<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog da Companhia de Aprendizagem</title>
	<atom:link href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 00:21:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>CLARABOIA &#8211;  Grades</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/02/03/claraboia-grades/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/02/03/claraboia-grades/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 00:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Solilóquio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=468</guid>
		<description><![CDATA[(&#8230;) [Abel] &#8221; Vivo assim porque quero. Vivo assim porque não quero viver de outro modo. A vida como os outros a entendem não tem valor para mim. Não gosto de ser agarrado e a vida é um polvo de muitos tentáculos. Um só basta para prender um homem. Quando me sinto preso, corto o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(&#8230;) [Abel] &#8221; Vivo assim porque quero. Vivo assim porque não quero viver de outro modo. A vida como os outros a entendem não tem valor para mim. Não gosto de ser agarrado e a vida é um polvo de muitos tentáculos. Um só basta para prender um homem.  Quando me sinto preso, corto o tentáculo.  Às vezes faz doer, mas não há outro remédio. Compreende?&#8230; &#8211; Duro? Não. Sou frágil, acredite. E é a certeza de minha fragilidade que me leva a furtar o corpo aos laços. Se me dou, se me deixo prender, estou perdido.&#8221;</strong> p. 124</p>
<p>                                  <a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=1149986_dim_light.jpg" title="www.sxc/hu 1149986 dim light"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/1149986_dim_light.jpg" class="pp_image" alt="www.sxc/hu 1149986 dim light" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>&#8220;Às vezes, Emílio pensava se não estaria doido, se todo este modo de viver, estes conflitos, estas tempestades, esta incompreensão de todas as horas, não seriam afinal, a consequência de um desequilíbirio nervoso.  Na rua era, ou supunha ser, uma criatura normal, capaz de rir ou sorrir como toda a gente. Mas bastava-lhe passar a soleira da porta para cair  em cima de si um peso insuportável. Sentia-se como um homem prestes a afogar-se, que enche os pulmões não já do ar que lhe permitiria viver, mas da água que o mata. pensava que tinha o dever de se declarar satisfeito com o que a vida lhe dera,  que outros havia menos afortunad e viviam contentes.  Mas a comparação não lhe trazia tranquilidade. Não sabia, mesmo,  o que era e onde estava o que he daria a tranquilidade. Não sabia, ainda, se esta tranquilidade existia em alguma parte. O que sabia, com uma experiência de anos, é que não a tinha. E sabia também que a desejava, como o náufrago a prancha, como a semente o sol.&#8221;</strong> p.156</p>
<p><em><br />
(Jose Saramago. Claraboia. Companhia das Letras, 2011)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/02/03/claraboia-grades/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CLARABOIA &#8211; Máscaras</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/28/claraboia-mascaras/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/28/claraboia-mascaras/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 17:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Solilóquio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=455</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Só Anselmo não mudava. Era sempre o mesmo homem. Distinto, alto, decorativo, um pouco curvado, calvo, e cofiando o pequeno bigode. O rosto parado e inexpressivo, produto de um esforço de anos orientado no sentido de represar as emoções para garantia da respeitabilidade.” (p. 53) “Só Justina, como se nada tivesse ouvido, permaneceu tranqüila. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<strong>Só Anselmo não mudava. Era sempre o mesmo homem. Distinto, alto, decorativo, um pouco curvado, calvo,  e cofiando o pequeno bigode. O rosto parado e inexpressivo, produto de um esforço de anos orientado no sentido de represar as emoções para garantia da respeitabilidade.” (p. 53)</p>
<p><a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=26969_white_character_inserting_the_final_jigsaw_puzzle_piece_into_a_wall.jpg" title="www.sxc//hu - 26969 white character inserting the final"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/26969_white_character_inserting_the_final_jigsaw_puzzle_piece_into_a_wall.jpg" class="pp_image" alt="www.sxc//hu - 26969 white character inserting the final" width="450" height="360" /></a></p>
<p>“Só Justina, como se nada tivesse ouvido, permaneceu tranqüila. Em casa, apenas abria a boca para dizer as palavras indispensáveis, e não considerava indispensável tomar partido do animal. Vivia dentro de si mesma, como se estivesse sonhando um sonho  sem princípio nem fim, um sonho sem assunto de que não queria acordar, um sonho todo feito de nuvens que passavam silenciosas encobrindo um céu de que já se esquecera.” (p.97)</strong><br />
<em>(José Saramago. Clarabóia. Companhia das Letras, 2011)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/28/claraboia-mascaras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CLARABOIA &#8211; Névoas</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/24/claraboia-nevoas/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/24/claraboia-nevoas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Solilóquio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=445</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Isaura sempre gostava daqueles momentos em que, antes de curvar a cabeça sobre a máquina, deixava correr os olhos e o pensamento. A paisagem era sempre igual, mas só a achava monótona nos dias de verão teimosamente azuis e luminosos em que tudo é evidente e definitivo. Uma manhã de nevoeiro como esta, de nevooeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Isaura sempre gostava daqueles momentos em que, antes de curvar a cabeça sobre a máquina, deixava correr os olhos e o pensamento. A paisagem era sempre igual, mas só a achava monótona  nos dias de verão teimosamente azuis e luminosos em que tudo é evidente e definitivo. Uma manhã de nevoeiro como esta, de nevooeiro delagado que não impedia de todo a visão, cobria a cidade de imprecisões e de sonho. Isaura saboreava tudo isto. Prolongava o prazer.&#8221; (p.17)</strong>                                        </p>
<p><a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=Fumaca_de_cigarro.jpg" title="Fumaça"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/Fumaca_de_cigarro.jpg" class="pp_image" alt="Fumaça" width="450" height="287" /></a></p>
<p><strong>&#8221; Lídia parecia desinteressada. Abrira uma caixa de cigarros e acendera um <em>Camel</em>. Não fumava por vício ou por necessidade, mas o cigarro fazia parte de uma complicada rede de atitudes, palavras e gestos, todos com o mesmo objetivo: impressionar.  Isso, em si, já se transformara numa segunda natureza: desde que estivesse acompanhada, e fosse qual fosse a companhia, trataria de impressionar. O cigarro, o riscar lento do fósforo, a primeira baforada do fumo, longa e sonhadora, tudo eram cartas do jogo.&#8221; p.30</strong></p>
<p><em>(José Saramago. Clarabóia. Companhia das Letras, 2011)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/24/claraboia-nevoas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CLARABOIA &#8211; interfaces do humano</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/22/claraboia-interfaces-do-humano/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/22/claraboia-interfaces-do-humano/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 15:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Solilóquio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=438</guid>
		<description><![CDATA[Este livro &#8211; inicial na carreira de Saramago e esquecido numa gaveta após a recusa de um editor, já traz latente a genialidade do autor no trato com as questões humanas, apresentando-as nuas como são, mas também sugerindo caminhos para que se transformem, capacidade esta potencializada em todos nós. O que chama atenção nesta obra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este livro &#8211; inicial na carreira de Saramago e esquecido numa gaveta após a recusa de um editor, já traz latente a genialidade do autor no trato com as questões humanas, apresentando-as nuas como são, mas também sugerindo caminhos para que se transformem, capacidade esta potencializada em todos nós. O que  chama atenção nesta obra, é a galeria de tipos humanos, todos nomeados e contextualizados, coisa rara na obra madura de Saramago. São as nossas interfaces, das quais raramente nos damos conta. Minhas anotações sobre a obra vão neste sentido. Sinto falta do talento criador de Norrin Road , que poderiam dar imagens às palavras de Saramago…</p>
<p><a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=Olhar_de_mariana.jpg" title="Olhar de mariana"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/.thumb_Olhar_de_mariana.jpg" class="pp_image" alt="Olhar de mariana" width="100" height="100" /></a><strong></p>
<p>” A voz de Mariana era tão gorda como a sua dona. E era tão franca e bondosa como os olhos dela… Nenhum deles se iludia a respeito do outro e bem sabiam que o fogo da juventude se apagara para nunca mais, mas amavam-se ternamente, hoje como há trinta anos, quando do casamento. Talvez agora o seu amor fosse maior, porque já não se alimentava das perfeições reais ou imaginadas.”</strong> p.11</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/22/claraboia-interfaces-do-humano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SOLILÓQUIO &#8211; criando fronteiras flexíveis</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/15/soliloquio-criando-fronteiras-flexiveis/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/15/soliloquio-criando-fronteiras-flexiveis/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 18:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diálogos]]></category>
		<category><![CDATA[Solilóquio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=424</guid>
		<description><![CDATA[Aqui, solilóquios de quem se aventurar “a criar fronteiras flexíveis, através da ousadia necessária para abrir espaços de questionamentos”. (TROCMÉ-FABRE, Hélène. Reinventar o Ofício de Aprender TRIOM, 2010) . Embora muitos dicionários registrem as palavras solilóquio (Do latim &#8220;solilóquium&#8221; (solus = sozinho e loqui = falar); conversa de alguém consigo mesmo) e monólogo como sinônimas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui, solilóquios de quem se aventurar “a criar fronteiras flexíveis, através da ousadia necessária para abrir espaços de questionamentos”.  <em>(TROCMÉ-FABRE, Hélène. Reinventar o Ofício de Aprender TRIOM, 2010) .  </em></p>
<p>Embora muitos dicionários registrem as palavras solilóquio (Do latim &#8220;solilóquium&#8221; (solus = sozinho e loqui = falar); conversa de alguém consigo mesmo)  e monólogo como sinônimas,  outros advertem: “. Distingue-se do monólogo (fala ou discurso por uma única pessoa em teatro ou oratória, etc.) porque, embora etimologicamente de igual significado, o Solilóquio é uma espécie de diálogo do autor com sua alma, com sua consciência, um &#8220;autodialogo&#8221; &#8230;”</p>
<p>“O solilóquio s é uma técnica frequentemente usada nos palcos teatrais ou nos romances. Termo de procedência latina, ele tem o sentido de ‘falar sozinho’. Enquanto no monólogo o personagem se dirige ao espectador ou ao leitor, nesta arte o enunciador dialoga consigo mesmo ou com sua alma, com a diferença de que não resume seus pensamentos ao plano de sua consciência, como no monólogo interior, mas os enuncia em voz alta diante de outrem, embora ignore sua presença. No monólogo interior as expressões orais estão restritas ao nível subconsciente, portanto elas são emitidas irracionalmente, sem lógica alguma; os sentimentos jorram desprovidos de qualquer coerência. Contrário a este recurso, o solilóquio é organizado segundo padrões lógicos e com nexos racionais, mesmo que os pensamentos procedam de uma fonte psíquica e não do plano da razão.</p>
<p>Monólogos e solilóquios têm em comum o fato dos pensamentos e emoções partirem de um único ser, ou seja, a fala se resume somente a ele, portanto não há interlocutores que dialogam, mas sim uma criatura que derrama no palco ou nas páginas de um romance suas idéias e sentimentos. “<br />
<em>(Ana Lucia Santana in http://www.infoescola.com/comunicacao/soliloquio/)</em></p>
<p>Neste janeiro 2012, como nos anteriores, dedico-me à leitura literária e trarei alguns trechos do livro Clarabóia, obra de José Saramago publicada postumamente, que ganhei de presente.  Clarabóia é uma palavra linda, antiga, que sugere respiro, ventilação, passagem da luz. (segundo os dicionários “ s.f. Abertura envidraçada, com caixilhos, feita no teto ou na parede externa de prédios ou casas, a fim de permitir a passagem da luz; olho-de-boi.”).  </p>
<p><a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=jose_saramago_claraboia_1.jpg" title="jose saramago claraboia 1"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/jose_saramago_claraboia_1.jpg" class="pp_image" alt="jose saramago claraboia 1" width="310" height="425" /></a></p>
<p><strong>&#8220;Tia Amélia nunca dizia palavras supérfluas. Apenas as necessárias e não mais que as indispensáveis. Mas dizia-as de uma maneira que aqueles que a ouviam ficavam a apreciar o valor da concisão. As palavras pareciam nasce-lhe na boca no momento em que eram ditas: vinham ainda repletas de significação, pesadas de sentido, virgens. Por isso dominavam e convenciam.&#8221;  </strong><br />
<em>(José Saramago. Clarabóia. Companhia das Letras, 2011,  p.18)</em></em></p>
<p>Ainda não sei porque as palavras clarabóia e solilóquio  entrelaçaram-se aqui&#8230;<br />
TCris</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/15/soliloquio-criando-fronteiras-flexiveis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encerramento do Projeto PÓLEN &#8211; vivências formativas mensais 2011</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/10/encerramento-do-projeto-polen-vivencias-formativas-mensais-2011/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/10/encerramento-do-projeto-polen-vivencias-formativas-mensais-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 15:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos 2011]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=416</guid>
		<description><![CDATA[Relatório do Projeto POLEN 2011 &#8211; vivências formativas mensais 2011 Parceiros INSTITUTO PLANETA TERRA Monitoria de Educação Ambiental – Teresa Cristina F. Bongiovanni SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ITAPEVA &#8211; Elenice Teobaldo Supervisão responsável pelo Meio Ambiente com envolvimento periódico dos demais supervisores Público-alvo Grupo misto de Professores (todos os graus, séries, disciplinas), ATPs, Coordenadores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Relatório do  Projeto POLEN 2011 &#8211; vivências formativas mensais 2011<br />
 </strong><br />
<a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=2_1.jpg" title=""><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/2_1.jpg" class="pp_image" alt="" width="259" height="194" /></a><br />
<strong>Parceiros</strong><br />
INSTITUTO PLANETA TERRA </p>
<p>Monitoria de Educação Ambiental – Teresa Cristina F. Bongiovanni</p>
<p>SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ITAPEVA &#8211; Elenice Teobaldo </p>
<p>Supervisão responsável pelo Meio Ambiente com envolvimento periódico dos demais supervisores</p>
<p><strong>Público-alvo</strong><br />
Grupo misto de Professores (todos os graus, séries, disciplinas), ATPs, Coordenadores, Diretores da rede Municipal de Ensino – 56 pessoas representando todas as escolas municipais da Rede Municipal de Educação de Itapeva</p>
<p><strong>Perfil dos participantes</strong>: pessoas que tenham um perfil de liderança e/ou interesse em desenvolvê-lo e um trajeto receptivo e ativo na área de Educação Ambiental.</p>
<p> <strong>Objetivo</strong><br />
Orientar um processo de sensibilização e tomada de consciência e atitudes que  possam resultar no desenvolvimento de uma programação/ação  integradas na formação coletiva de uma consciência ambiental equilibradora  que promova a cultura da paz interna e externa. </p>
<p><strong> Cronograma</strong></p>
<p>10 encontros – de Fevereiro a Dezembro de 2011 </p>
<p>Centro de Educação Ambiental Avelino Peixe Comeirão Filho</p>
<p>última 3ª.feira do mês – das 8h às 10h</p>
<p> <strong>Sinopse das Atividades</strong><br />
- Encontros formativos mensais de fevereiro a dezembro de 2011 veja registro no blog da SE e no www.planetaterra.org.br<br />
- Elaboração grupal da Tabela REDUZIR-REUTILIZAR-RECICLAR e divulgação entre todas as escolas em março de 2011<br />
- Visita ao Parque Ibirapuera e à Exposição AGUA NA OCA em abril de 2011<br />
- Socialização dos Projetos de Educação Ambiental das Escolas da  Secretaria Municipal de Educação de Itapeva  – junho e agosto de 2011<br />
- Seleção e Apresentação dos cinco princípios selecionados para nortear a aplicação do TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL<br />
- Palestra com a Profa. Dra. Monica O. Simons em setembro de 2011 e apresentação do material pedagógico desenvolvido em Guarulhos – SP<br />
- Apresentação dos conceitos fundamentais de Ecologia Integral – finalização em outubro de 2011<br />
- Avaliação processual pelos participantes do projeto – dezembro de 2011 </p>
<p><strong>Em 2012 teremos desdobramentos deste projeto. Aguardem!</strong><br />
Abraços<br />
TCris</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2012/01/10/encerramento-do-projeto-polen-vivencias-formativas-mensais-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ofício de Aprender &#8211; As sete durações da aprendência</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2011/11/23/oficio-de-aprender-as-sete-duracoes-da-aprendencia/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2011/11/23/oficio-de-aprender-as-sete-duracoes-da-aprendencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 15:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Companheiros de Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ofício de Aprender]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=408</guid>
		<description><![CDATA[“Durante esta duração o projeto, as fundações, as paredes, o vigamento da aprendizagem, instalam-se . Em termos de aprendizagem é o tempo de instalar, religar, “tricotar”, encadear os diferentes atos de aprender, na ordem lógica do vivente, nas suas relações com o meio ambiente, com os outros e consigo mesmo, o que exige a organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=402786_colourful_windmill__1.jpg" title="www.sxc//hu - 402786 colourful windmill  1"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/.thumb_402786_colourful_windmill__1.jpg" class="pp_image" alt="www.sxc//hu - 402786 colourful windmill  1" width="100" height="100" /></a></p>
<p><strong>“Durante esta duração o projeto, as fundações, as paredes, o vigamento da aprendizagem, instalam-se . Em termos de aprendizagem é o tempo de instalar, religar, “tricotar”, encadear os diferentes atos de aprender, na ordem lógica do vivente, nas suas relações com o meio ambiente,  com os outros e consigo mesmo, o que exige a organização de numerosas idas e vindas,  uma relação dialógica e um vasto espaço interior.”</strong>(A duração da organização) </p>
<p>1.<strong>	A duração do Percurso</strong></p>
<p><strong>2.	A duração de Maturação ou de Gestação.</strong> “Ela inclui a espera, a paciência, o silêncio, a confiança no que está por acontecer, no que está sendo procurado, no que será encontrado em seus próprios recursos e nos recursos do meio ambiente&#8230;”(&#8230;)</p>
<p><strong>3.	A duração da duração.</strong> (&#8230;) “a duração da duração, exigida pelas leis da vida, da evolução, do provável, do inesperado, da descoberta, e a compreensão da complexidade, da complementaridade, do “e&#8230;e&#8230;”</p>
<p><strong>4.	A duração da organização</strong></p>
<p><strong>5.	A duração da emergência do sentido.</strong> “A mais preciosa de todas porque ela permite viver o instante, acolher o acontecimento, o objeto,  a alteridade em nossa própria realidade., em nosso continuum, em nosso devenir  .” (&#8230;)</p>
<p><strong>6.	A duração da decisão</strong>. “Este tempo de latência interpela numerosos pesquisadores em neurofisiologia. Eles querem compreender como o cérebro se organiza e estabelece conexões em rede que determinarão o futuro “sucesso” ou o futuro “fracasso” do ato. A existência dessa duração pede que seja levado em conta a duração que precede o ato de aprender, a que leva ao instante.”</p>
<p><strong>7.	A duração da inovação </strong>(&#8230;) “Ela permite ao aprendente dar vida (pôr no mundo) sua obra e encontrar um mundo de percepção e de expressão no qual ele poderá se reconhecer. Dessa maneira é garantido um ato de aprender autêntico, um ato que faz crescer.” (&#8230;)</p>
<p><em>14o. Encontro &#8211; 22.11.11 &#8211; TROCME-FABRE, Hélène. Reinventar o Ofício de Aprender.  TRIOM, 2010. Cap. V – Arquitetura e Materiais para uma aprendência sustentável ,5. Organizar o tempo de aprender p.95. As sete durações a serem organizadas (p.99-102)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2011/11/23/oficio-de-aprender-as-sete-duracoes-da-aprendencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ofício de aprender &#8211; A durabilidade na aprendência</title>
		<link>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2011/11/13/oficio-de-aprender-a-durabilidade-na-aprendencia/</link>
		<comments>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2011/11/13/oficio-de-aprender-a-durabilidade-na-aprendencia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 12:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Companheiros de Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço-tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Ofício de Aprender]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?p=395</guid>
		<description><![CDATA[H &#8211; &#8221; O ato de aprender sob o ângulo da durabilidade! TC &#8211; &#8220;Ignoramos que nosso cérebro é plural e que ele faz a gestão de várias temporalidades: a da sobrevivência, a da relação afetiva, a da busca do sentido.&#8221; H &#8211; &#8220;o vivente decide na e pelas transições&#8230;&#8221; TC &#8211; &#8220;nas transições é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>H &#8211; &#8221; O ato de aprender sob o ângulo da durabilidade!<br />
TC &#8211; &#8220;Ignoramos que nosso cérebro é plural e que ele faz a gestão de várias temporalidades: a da sobrevivência, a da relação afetiva, a da busca do sentido.&#8221;</p>
<p>H &#8211; &#8220;o vivente decide na e pelas transições&#8230;&#8221;</p>
<p>TC &#8211; &#8220;nas transições é que descobrimos as propriedades emergenciais do novo estado de ser&#8230;já dizia ela, a Meireles&#8230;&#8221;também é ser deixar de ser assim&#8230;.&#8221;  Como vamos  levar esta  proposta dela para educação sem experimenta-la em nossa própria vivencia?</p>
<p>M &#8211; é preciso ter coragem para fazer as necessárias paradas, pausas, intervalos&#8230; é o devenir de que ela fala<strong>&#8230;&#8221;o presente se encontra na junção do realizado e do ainda não realizado&#8221;.</strong><br />
<a href="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=_cid_4B3F4435_F51C_4138_95C1_C9358011DAF5.jpg" title=" cid 4B3F4435 F51C 4138 95C1 C9358011DAF5"><img src="http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/wp-content/photos/_cid_4B3F4435_F51C_4138_95C1_C9358011DAF5.jpg" class="centered" alt=" cid 4B3F4435 F51C 4138 95C1 C9358011DAF5" width="338" height="450" /></a></p>
<p>TC &#8211; Esta foi a minha maior descoberta neste trecho: o presente se encontra na junção do realizado e do ainda não realizado.</p>
<p>_ Tres razões que ela dá para que coloquemos a duração no centro: 1. a noção de duração é fundamental para compreender o vivente; 2. o ato de aprender transforma radicalmente nossa relação conosco, com os outros e com o meio ambiente; &#8220;A terceira razão para se colocar o problema do tempo no centro da problemática da aprendência é que as diferentes durações precisam ser reorganizadas na diversidade e na especificidade das diferentes etapas cognitivas que constroem o processo de aprendência.&#8221; p.99</p>
<p>H e M _  A palavra durabilidade é realmente ampla, veja só tudo que estamos trazendo para esse diálogo e quantas mais descobriremos no que virá&#8230; ela me traz a noção do fio do tempo, contínuo, não fatiado em hars, dias, meses ou presente passado futuro&#8230;parece um tempo que entrelaça tudo&#8230;</p>
<p>TC _ &#8220;Deixar de integrar as durações no percurso de aprendência é privar-se da imensa riqueza da busca de um sentido (significação e orientação) a ser dado à sua vida aprendente.&#8221; p.99</p>
<p><em> Diálogo no skype &#8211; 13o. Encontro &#8211; 08.11.2011<br />
Cap. V – Arquitetura e Materiais para uma aprendência sustentável 5. Organizar o tempo de aprender p.95</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://companhiadeaprendizagem.com.br/blog/2011/11/13/oficio-de-aprender-a-durabilidade-na-aprendencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

