Arquivo da categoria ‘Notícias’
OFICINA PONTO DE APOIO
Comunidade de Estudo de Itapeva
PROJETO Voluntariado Verde
OFICINA PONTO DE APOIO

Como um desdobramento da ação da Companhia de Aprendizagem, Teresa Cristina F. Bongiovanni (TCris) e as colaboradoras Ana Maria Pimentel, Maria Claudia Mariozi e Patrícia F. M. Moulatlet realizarão a Oficina Ponto de Apoio, mais uma inciativa voluntária da Comunidade de Estudo de Itapeva - SP.
Público-alvo: Funcionários da Casa Transitória de Itapeva e voluntários
Objetivos:
Local: CEA – Sala Verde - Itapeva - SP
Periodicidade: 01 Reunião mensal, às 3ª. Feiras, para cada uma das 02 turmas que serão organizadas pela direção da Casa Transitória de Itapeva.
Datas: Módulo 1 – março a julho de 2010 / Módulo 2 – agosto a dezembro de 2010
Horário: das 09h às 11h
A Companhia de Aprendizagem apoia esta iniciativa, que certamente beneficiará todos os envolvidos, oferecendo sua colaboração.
Se voce tiver interesse em participar, entre em contato conosco:
companhia@companhiadeaprendizagem.com.br - a/c TCris
2 comentários »QUEM SOMOS
Em 2010 a Companhia de Aprendizagem retoma seu ser/fazer e uma das suas primeiras atitudes é atualizar o QUEM SOMOS (ali no canto superior direito da página) para todo mundo que passa por aqui e quer saber quem somos. Apareça lá pra conhecer a gente mais de perto!
Agora, se você quer saber mais sobre o que é uma Companhia de Aprendizagem e o que se propõe a fazer, pode consultar nosso FAQ (do lado do QUEM SOMOS). Logo mais teremos um link para o site do CETRANS com todos os projetos que desenvolvemos desde 2003.

FAQ - Perguntas & Respostas…
Mas para começar a dizer
alguma coisa que valha a pena,
é preciso conhecer todos os sentidos
de todos os caracteres,
e ter experimentado em si próprio
todos esses sentidos,
e ter observado no mundo
e no transmundo
todos os resultados dessas experiências.
(Cecília Meireles)
3 comentários »Projeto Diálogos – PONTO EM QUESTÃO
II Encontro de Membros do CETRANS
12 a 14 de março de 2010
Fazenda dos Bambus – Pardinho - SP
O prazer do encontro, da reflexão e da criação
Foto: Instituto Jatobá – Fazenda dos Bambus
www.cetrans.com.br
O Centro de Educação Transdisciplinar - CETRANS promoverá de 12 a 14 de março o II Encontro de Membros na Fazenda dos Bambus, em Pardinho – SP.
Três textos foram indicados e enviados para que os participantes do evento tenham uma leitura comum que possa subsidiar a reflexão, o diálogo e as atividades previstas:
1. “Ser e Sunyata: Os Caminhos Ocidentais e Orientais para a ultrapassagem do caráter objetificante do pensamento” de José Carlos Michelazzo, publicado em LOPARIC, Zelico (org.). A escola de Kyoto e o perigo da técnica. São Paulo: DWW, 2009, p. 95-122.
2. “O Princípio do Antagonismo” de Dominique Temple
3. “Repensando a Lógica: Lupasco, Nishida e Matte Blanco” de Michael Finkenthal
(os dois últimos extraídos do livro “Stéphane Lupasco – O homem e a obra”, organizado por Basarab Nicolescu e Horia Badescu e publicado pela Triom em 2001)
O Projeto Diálogos – PONTO EM QUESTÃO foi concebido para ser um espaço de trocas neste Blog sobre o que formos compreendendo e inferindo a partir da leitura dos textos referidos, estando aberto a todos que dele quiserem participar.
Nossa proposta estará vinculada ao contexto que cada um de nós está vivendo agora e não pretende apresentar uma abordagem dos textos apenas no nível epistêmico, conceitual e formal. Pois, como diz Michael Finkenthal no último parágrafo de seu artigo:
“(…) viver com a contradição é uma experiência nova para nós. A importância dos trabalhos acima mencionados está no fato de que eles nos trazem uma mensagem nova, simples, mas radical: devemos fazer um esforço consciente para viver a contradição e a incerteza se quisermos sobreviver em um mundo que se tornou excessivamente complexo”
Coordenação da COMPANHIA DE APRENDIZAGEM
Sem comentários »COMUNIDADE DE DESTINO - você conhece?
Pois é…
A Helô, uma das participantes da Companhia de Aprendizagem, nos enviou uma entrevista do Prof. Humberto Mariotti publicada na revista Página 22.
Ele fala sobre sustentabilidade - interna e externa – porque sem uma não há a outra.
Da leitura, ela inferiu que a Companhia de Aprendizagem também pode ser caracterizada como uma Comunidade de Destino:
• (…) Um lugar sem mais espaço para narrativas unilaterais. As decisões nascem de um sistema horizontal e coparticipativo – aquilo que Morin designa “comunidade de destino”.
• (…) as narrativas hoje são pulverizadas para fazer com que as pessoas se reúnam para conversar e decidir seus próprios destinos. É o que o Edgar Morin chama de “comunidade de destino”. Agora nós temos que inventar narrativas de coparticipação.
• (…) Gandhi dizia que, quando a auto-organização se torna patente, não precisa mais de liderança, porque a liderança se torna disseminada. O poder se torna difuso quando a causa é compartilhada.

Neste contexto, nós também nos reconhecemos como uma comunidade de destino, pois buscamos a vivência desta práxis formativa de convivência, por meio da mediação e acompanhamento dos processos de AUTOFORMAÇÃO EM CO-FORMAÇÃO que integram os procedimentos da Companhia de Aprendizagem, tendo em vista :
-
Legitimação do sujeito e do lugar de onde ele fala (diferentes níveis de realidade, de percepção e de consciência);
Escuta sensível e Registro;
-
Exploração intersubjetiva do sentido da experiência vivida e entrecruzamento dos saberes (formal, experiencial e sensível);
Busca do sentido como significação, orientação e sensibilidade;
-
Retorno reflexivo sobre a experiência;
Transito pelo simbólico e pelas diferentes linguagens: do eu e do nós (individual e coletivo internos) e do isto (individual e coletivo externos);
-
Itinerância: nos diferentes espaços/tempos;
Alternância: dos saberes, das temporalidades, dos tipos de interação;
-
Utilização de instrumentos heurísticos.
Logo mais, você vai conhecer um pouco mais da proposta, trajeto e projetos da Companhia de Aprendizagem, no QUEM SOMOS aqui do blog.
Aguarde!!!
Sem comentários »Ecos do Encontro O PONTO DE MUTAÇÃO 3
Minha hospitalidade

Seja hospitaleiro.
Quando o forasteiro farto de caminho ponha em teu povoado seu olhar como um corpo sobre os pelegos do recado estendido no campo, espera-o mais além do umbral de tua casa plana e fresca e oferece-lhe tua mão como um pregosto de abrigo.
Porque és senhor de tua casa, trata-o tal como se fosse amo.
Não perguntes quem é.
Talvez em seus braços pese um mal feito, mais difícil de levar pela vida que as arrastadas nazarenas pela varrida terra de teu pátio em que vão fincando sua coroa de espinhos.
Talvez um orgulho demasiadamente grande alargue sua frente sob o chambergo* cuja aba pretenciosa vem desprezando o ar que cria ao seu passo.
Senta-o junto ao fogão, coração de fogo de tua morada tranquila, e dá-lhe um banco forte em que assentar sua fadiga.
Aproxima umas brasas de seus pés para que sequem o barro de suas botas e o calor suba até seus lábios em confiança de confidência.
Deixa-o falar e consinta com tua cortesia suas palavras.
E quando o sono enevoe de vazio seus olhos, então da-lhe teu leito e vigie seu repouso estendido sobre teus pelegos.
Quando se for embora levará consigo o presente de tua irmandade que melhora o homem.
* Chapéu de abas largas.
Ricardo Güiraldes (1886 – 1927)
Poeta, novelista e contista argentino
Tradução livre: Adriana Caccuri
Imagens:
http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/acadLetArg/
http://www.patrimoniosf.gov.ar/browse/db/2/id/16994/page/1/
Adriana Caccuri
1 comentário »Ecos do Encontro O PONTO DE MUTAÇÃO 2

De onde viemos?
Para trás: revendo as marcas deixadas no caminho… o mapa da navegação… deixando o lastro e incorporando o rastro que ainda faz sentido… Caleuche, o barco mítico, aparece e desaparece… não somos mais as mesmas… estamos em outro lugar…
Como e onde estamos hoje?
Faire le point: assinalar as coordenadas, a localização atual… Ser no aqui e agora… presença em si na partilha… atentas… amantes… pacientes… os diferentes pontos de vista iluminam os pontos cegos… pontos de fuga se anunciam… transição… mutação… novas rotas… novos sentidos…
Para aonde vamos?
Para adiante segue o caminho… é favorável ter aonde ir… quanto mais caminhamos, mais retornamos… às nossas origens… Paradoxo…!
Uma contribuição…
Nostalgia (Nostalghia, 1983)
Direção: Andrei Tarkovsky (1932-1986)
Roteiro: Andrei Tarkovsky, Tonino Guerra
Origem: Itália/Rússia
Sinopse: Jornada mística do poeta russo Andrei Gorchakov à Itália em busca de um novo modo de vida. Depois de 3 meses, viajando em companhia de Eugenia, uma atriz italiana, chegam a um pequeno vilarejo ao norte da Itália. Frustrado e deprimido por ainda não ter encontrado seu caminho, Gorchakov mergulha em seu passado, isolando-se em impenetrável silêncio. Mas ao encontrar Domenico, um velho lunático, assim chamado por seu estranho e solitário modo de viver, ele consegue compreender sua angústia e o segredo de sua própria Nostalgia.
Leiam os comentários sobre este trecho do filme.
Marly Segreto
6 comentários »AGENDA 2010 - Ecos do Encontro O PONTO DE MUTAÇAO
AGENDA 2010

…Para adiante e para trás segue o caminho…
Ponto de mutação
Ponto de (em) questão - Janeiro
Revisitação dos registros do processo de construção Companhia de Aprendizagem – Triagem- Encaminhamentos- Descarte
Ponto de transição - Fevereiro
Site da Companhia de Aprendizagem: Finalizar o site temporariamente; Encaminhar registros para o site do CETRANS; Manter o blog.
Ponto de mutação
Ponto de sustentação - Março
Participação no II Encontro de Membros do CETRANS - 12 a 14 de março
Ponto de contato - 2010
Ciclo de Estudos internos sobre Paradoxo
Ponto de mutação
Ponto de encontro - Abril, Julho e Setembro
Encontros bimestrais da Companhia de Aprendizagem
Ponto de transformação - 2010
Finalização do projeto Livro N-1
Companhia de Aprendizagem 2010
Sampa, 22 a 24 de janeiro
Encontro da Coordenação - O Ponto de Mutação
TCris
Sem comentários »Ecos do Encontro O PONTO DE MUTAÇÃO 1

Ponto de mutação
Ponto de contato
Ponto de sustentação
Ponto de mutação
Ponto de encontro
Ponto de questão
Ponto de mutação
Ponto de transição
Ponto de transformação
Monica O. Simons
3 comentários »