Pois é!
Hoje recebi um link do Eliseu Pinheiro Lopes , administrador da Fazenda dos Bambus, em Pardinho – SP , que já apresentamos aqui no blog por ocasião do II Encontro de Membros do CETRANS.
Visitei o link www.panoramio.com/user/949449 e me deparei com uma riquíssima coleção de fotos que registram uma diversidade de atividades desenvolvidas por lá, também no Centro Cultural Max Feffer, de Pardinho. E como estamos na semana do Meio Ambiente, divulga-lo pode vir a ser de auxilio para quem está interagindo de forma equilibrada e saudável com o Meio Ambiente.
A seção de Artesanato é um primor! e aproveito para divulgar foto da Libelula (feita de bambu) , com que fui agraciada no sorteio quando estive por lá.
Vejam só os temas registrados nas fotos (todas legendadas): Araçuaí, Artesanato, Artesanato em Palha de Milho, Artesanato em Taboa , Centro de Cultura Max Feffer , Chapada do Lagoão , Controle de Erosão na Fazenda dos Bambus, Curso de Compostagem e Minhocultura , Eliseu Pinheiro Lopes , Fazenda dos Bambus , Horta Mandala , Horta orgânica , Jequitinhonha , Minas Gerais, Orgânicos , Pardinho , Primeiro Seminário do Bambu , Violão de Bambu .
Vale a pena conhecer um pouco mais sobre o Bambu – esta planta que está virando sinônimo de sustentabilidade, e pessoas com o talento e sensibilidade para aproveita-lo!
TCris

Teresa Cristina, obrigado por divulgar…
São pequenas peças feitas apenas nos momentos de folga como hobby utilizando-se de simples ferramentas como canivete, serra, lixa, o que as torna ainda mais sustentáveis.
Fico imaginando uma oficina cheia de crianças fazendo este tipo de peças, aprendendo a utilizar as habilidades manuais que todos temos, é só questão de colocar em prática, ao invés de estarem na rua aprendendo tudo, menos o que é bom e saudável e outra com adultos aprendendo/fazendo estruturas maiores como quiosques, estacionamentos, garagens, barracões e porque não casas de bambu.
Já sabemos que em se falando de sustentabilidade, nenhum outro material se equipara ao bambu e que o mesmo já é tido como o material do futuro e não a madeira do futuro como se dizia erroneamente.
O Bambu é uma gramínea, não é madeira e ainda pode substituir em alguns casos até com vantagens, os plásticos, os metais, a celulose de madeira, a pedra do concreto e inclusive a madeira, desde sua forma rústica original, até painéis, vigas ou pranchas de laminados utilizando-se de várias tecnologias já disponíveis nos países mais avançados em pesquisas com bambu, como a China por exemplo.
O Bambu já tem catalogado, mais de 5.000 utilidades desde a fabricação de utensílios domésticos como talheres, palitos conchas, copos, jarras, passando pelos tecnológicos, como teclados, mouses e gabinetes para computador, até a construção civil como estruturas, móveis, lâminas para revestimento substituindo a fórmica e pisos laminados externos e internos com garantia até 3x maior que para os pisos de madeira.
Não podemos nos esquecer do mais importante, ainda mais nesta semana dedicada ao meio ambiente, como diz a Teresa Cristina. Tudo isso pode ser produzido de maneira ecologicamente correta num projeto 100% sustentável e este é o momento, a natureza não pode esperar mais, pois já tem demonstrado claramente que não aguenta mais os nossos abusos e descasos para com ela.
Podemos no futuro não precisar das Árvores e Bambus que plantarmos agora, mas com certeza de ar puro e água potável, precisaremos, se não para nós, para nossos filhos.
Caríssim@s,
Tenho destinado mais de 30 anos de minha vida a tentar fazer com que as pessoas sejam sensibilizadas para o valor do simples… para a necessidade de se ter um compromisso maior com o sagrado, não num sentido dogmático absolutista, mas num sentido maior de respeito e encantamento pela vida e toda a sua magnifica harmonia nesta nossa bela casa planetária, então me deparar com reflexões como esta , apontando para o valor das práticas sustentáveis, tem para mim o valor da brisa fresca em tarde de calor, sabor a fruta madura, cheiro a grama recem cortada ou terra molhada pela chuva!
Obrigada!!!
Ah! eu também tive a benção de ser sorteada com a libélula … uma das minhas fieles companhias no meu escritório!!!
Eliseu:
Obrigada por partilhar conosco esta sua rica experiência de sustentabilidade de recursos e tambem humana.Fico imaginando que se pudéssemos contar com uma pessoa como você aqui em Itapeva, o projeto Oficina Ponto de Apoio feito com as crianças da Casa Transitória daqui, ganharia um prestimoso impulso. Mas fico também muito feliz que estas coisas todas estejam acontecendo por aí!
A Companhia de Aprendizagem tem um compromisso formativo com o processo de Autoformação e isso se dá em tres pólos: autos (o que a gente aprende consigo mesmo), hetero (o que aprendemos com os outros, como estamos aprendendo com vc) e eco que corresponde a todo este trabalho que vc nos descreveu. Estes tres aspectos são indissociáveis no nosso aprender, mas em algumas ações podemos ver o predomínio de um ou outro. Por isso, você e todos os envolvidos neste projeto são também nossos Companheiros de Aprendizagem.
Um grande abraço
TCris