Diálogos - PONTO EM QUESTÃO - O Labirinto
Na Fazenda dos Bambus, o Labirinto.
“Seguir o caminho até o centro da oportunidade de liberar a dor e a negatividade, ligar-se com o divino, meditar e orar.
Entregando-se aos seus atalhos sinuosos ou intrincados a alma encontra cura e inteireza.
Alem do que , fisicamente, muda a orientação do cérebro e clareia a mente.
Entrar no labirinto e fazer o caminho de volta é um processo de iniciação: a simples via quer leva a um centro e para fora de novo , como todos os ciclos da natureza.
Durante séculos uma caminhada meditativa pelos circuitos de um labirinto, permitiu aos verdadeiros “buscadores” , encontrar por trás da enevoada existência física … um vislumbre do mistério da vida…
Caminhar no labirinto pode vir a ser um instrumento de transformação, cura e oração.
Um labirinto é uma metáfora para a sacra jornada de mudança continua, descoberta, movimento e transformação. Um ritual que simboliza uma jornada espiritual.”

De fato este é um lugar com uma dinâmica especial… com uma energia diferente…
Um lugar onde parece que diversos níveis de realidade cohabitam e nos tomam quase que por assalto!
Um lugar onde o detalhe parece ser o foco e onde , de forma magistralmente paradoxal o requinte e a simplicidade se dão as mãos.
Em cada canto um surpresa e em todo o ambiente sempre algo imanente a ser descoberto… Um deles … o Labirinto com a sua tão significativa mensagem…
Aprendi muito! Silêncio e gratidão.
Monica O. Simons
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4 respostas para “ Diálogos - PONTO EM QUESTÃO - O Labirinto ”
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…pude fazer o caminho aqui com você mônica….que belo labirinto esse, cheio de energias e níveis de realidade diferentes!! Regina Kopke
…pude, devagarinho fechar os olhos e caminhar por ali também…lugar de energias e níveis de realidade distintos……bravo!!!! regina kopke
“Este é o labirinto de Creta. Este é o labirinto de Creta cujo centro foi o Minotauro. Este é o labirinto de Creta cujo centro foi o Minotauro que Dante imaginou como touro com cabeça de homem e em cuja rede de pedra perderam-se tantas gerações. Este é o labirinto de Creta cujo centro foi o Minotauro que Dante imaginou como touro com cabeça de homem e em cuja rede de pedra perderam-se tantas gerações, como María Kodama e eu nos perdermos. Este é o labirinto de Creta cujo centro foi o Minotauro que Dante imaginou como touro com cabeça de homem e em cuja rede de pedra perderam-se tantas gerações, como María Kodama e eu nos perdermos naquela manhã e continuamos perdidos no tempo, esse outro labirinto” (J. L. BORGES. Atlas 1999).
Labirinto, Creta, Minotauro, Dante,gerações, Borges e Maria…espaço, tempo…contextos…respostas esquivas a perguntas furtivas… entradas achadas… saidas perdidas …e tudo é recomeço na dinâmica da vida que segreda aos que reverentes aquietan e silenciam sem se importar si não estão em Creta …sabendo que o Minotauro só tem o tamanho dos nossos medos …