Arquivo de 1 de Março de 2010
OFICINA PONTO DE APOIO
Comunidade de Estudo de Itapeva
PROJETO Voluntariado Verde
OFICINA PONTO DE APOIO

Como um desdobramento da ação da Companhia de Aprendizagem, Teresa Cristina F. Bongiovanni (TCris) e as colaboradoras Ana Maria Pimentel, Maria Claudia Mariozi e Patrícia F. M. Moulatlet realizarão a Oficina Ponto de Apoio, mais uma inciativa voluntária da Comunidade de Estudo de Itapeva - SP.
Público-alvo: Funcionários da Casa Transitória de Itapeva e voluntários
Objetivos:
Local: CEA – Sala Verde - Itapeva - SP
Periodicidade: 01 Reunião mensal, às 3ª. Feiras, para cada uma das 02 turmas que serão organizadas pela direção da Casa Transitória de Itapeva.
Datas: Módulo 1 – março a julho de 2010 / Módulo 2 – agosto a dezembro de 2010
Horário: das 09h às 11h
A Companhia de Aprendizagem apoia esta iniciativa, que certamente beneficiará todos os envolvidos, oferecendo sua colaboração.
Se voce tiver interesse em participar, entre em contato conosco:
companhia@companhiadeaprendizagem.com.br - a/c TCris
4 comentários »Projeto Diálogos - PONTO EM QUESTÃO - Ser o lugar do meu acontecer
[ do texto Ser e Sunyata]
Na fase inicial de seu pensamento sobre esta questão (profundamente influenciado pela mística de Mestre Eckhart, como nos alerta o texto) “ (…) faz com que Heidegger interprete o pensamento não mais como uma faculdade do homem, mas como uma comunicação, uma co-pertinência com o ser… aprende que a realidade transcendente volta a fazer parte do homem. Tal realidade no entanto, não é interpretada de maneira antropológica – como construída de objetos disponíveis para a representação de um sujeito cognoscente – mas ontologicamente, e isto significa que a maneira como ele participa desta realidade não é a de estar em uma simples relação com ela, mas a de ser o lugar de seu acontecer”( p.96-97) . O texto em estudo aprofunda e analisa o desenvolver desta premissa e até onde Heidegger a trabalhou.
Neste momento, paro aqui e olho para esta proposição em relação ao que tenho observado nos grupos de estudo ou trabalho dos quais participo e que são grupos constituídos – a maior parte – longe dos moldes acadêmicos e bem próximos do segmento dito como educação popular (embora tenham componentes de diversos níveis sócio-economicos).

Como eu vivencio o ser o lugar do meu acontecer?
Como minha ação formativa inclui esta proposição inicial (…) “ a maneira como ele [sujeito] participa desta realidade não é a de estar em uma simples relação com ela, mas a de ser o lugar de seu acontecer”.
Deixo emergir livremente meu diálogo com o texto…e com vocês.
TCris
2 comentários »