…na dança de Juan Miró…
…no vestígio na parede de Alexandra Kuechenberg…
…nos papéis coloridos de Jen Stark…
…nas luzes de Paul Friedlander…
…nas transparências de Peter Crane…
…no baby Planet de Quinn……no livro de Sue Blackwell.
Marly
|
Enviar por e-mail
| Hits para esta publicação: 981
“No universo infinito da literatura sempre se abrem outros caminhos a explorar, novíssimos ou bem antigos, estilos e formas que podem mudar nossa imagem do mundo…Mas se a literatura não basta para me assegurar que não estou apenas perseguindo sonhos, então busco na ciência alimento para as minhas visões das quais todo pesadume tenha sido excluído…
Cada ramo da ciência, em nossa época, parece querer nos demonstrar que o mundo repousa sobre entidades sutilíssimas – tais as mensagens do A D.N. , os impulsos neurônicos, os quarks, os neutrinos errando pelo espaço desde o começo dos tempos….
Em seguida vem a informática. E´verdade que o software não poderia exercer seu poder de leveza senão mediante o peso do hardware , mas é o software que comanda, que age sobre o mundo exterior e sobre as máquinas, as quais existem apenas em função do software, desenvolvendo-se de modo a elaborar programas de complexidade cada vez mais crescente. A segunda revolução industrial, diferentemente da primeira, não oferecem imagens esmagadoras como prensas de laminadores ou corridas de aço, mas se apresenta como bits de um fluxo de informação que corre pelos circuitos sob a forma de impulsos eletrônicos. As máquinas de metal continuam a existir, mas obedientes aos bits sem peso.” p.20
Ítalo Calvino, “Leveza”, in Seis propostas para o próximo milênio. Trad. de Ivo Barroso, São Paulo: Companhia das Letras, 1990
A ótica da leveza é sempre um contraste com a realidade
gravitacional.
Precisamos de imagens leves, para lembrarmos que ainda
somos leves o suficiente para alçar voo.
A imaginação da liberdade faz nascer novamente as nossas
asas que esquecemos no paraiso..
A leveza é o sonho da alma por um mundo que se perdeu
no peso do materialidade.
O olho é denso, o ouvido é surdo e a mente tenta dar
definição para algemar o que é livre…
““Vive de maneira tal que teu coração nunca pese mais que a pena da justiça e da verdade” Deusa Maat.
todas lindas.
mas as borboletas saindo do livro… uau!