Blog da Companhia de Aprendizagem

Imagens de leveza…

Juan Miro   Dancer 1 - Juan Miro   Dancer 1
…na dança de Juan Miró…
Alexandra Kuechenberg. bricked thread askew2 1 - Alexandra Kuechenberg. bricked thread askew2 1
…no vestígio na parede de Alexandra Kuechenberg…
Jen Stark. Piece of an infinite wholeROLL - Jen Stark. Piece of an infinite wholeROLL
…nos papéis coloridos de Jen Stark…
Paul Friedlander - Paul Friedlander
…nas luzes de Paul Friedlander…
Peter Crane. Kew Gardens. Transpar  ncia - Peter Crane. Kew Gardens. Transpar  ncia
…nas transparências de Peter Crane…
Quinn. Planet. Chatsworth House - Quinn. Planet. Chatsworth House
…no baby Planet de Quinn…
Sue Blackwell - Sue Blackwell
…no livro de Sue Blackwell.

Marly



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3 respostas para “ Imagens de leveza… ”

  1. TCris Maio 12th, 2009 21:36

    “No universo infinito da literatura sempre se abrem outros caminhos a explorar, novíssimos ou bem antigos, estilos e formas que podem mudar nossa imagem do mundo…Mas se a literatura não basta para me assegurar que não estou apenas perseguindo sonhos, então busco na ciência alimento para as minhas visões das quais todo pesadume tenha sido excluído…

    Cada ramo da ciência, em nossa época, parece querer nos demonstrar que o mundo repousa sobre entidades sutilíssimas – tais as mensagens do A D.N. , os impulsos neurônicos, os quarks, os neutrinos errando pelo espaço desde o começo dos tempos….

    Em seguida vem a informática. E´verdade que o software não poderia exercer seu poder de leveza senão mediante o peso do hardware , mas é o software que comanda, que age sobre o mundo exterior e sobre as máquinas, as quais existem apenas em função do software, desenvolvendo-se de modo a elaborar programas de complexidade cada vez mais crescente. A segunda revolução industrial, diferentemente da primeira, não oferecem imagens esmagadoras como prensas de laminadores ou corridas de aço, mas se apresenta como bits de um fluxo de informação que corre pelos circuitos sob a forma de impulsos eletrônicos. As máquinas de metal continuam a existir, mas obedientes aos bits sem peso.” p.20

    Ítalo Calvino, “Leveza”, in Seis propostas para o próximo milênio. Trad. de Ivo Barroso, São Paulo: Companhia das Letras, 1990

  2. leda Maio 13th, 2009 12:52

    A ótica da leveza é sempre um contraste com a realidade
    gravitacional.

    Precisamos de imagens leves, para lembrarmos que ainda
    somos leves o suficiente para alçar voo.

    A imaginação da liberdade faz nascer novamente as nossas
    asas que esquecemos no paraiso..
    A leveza é o sonho da alma por um mundo que se perdeu
    no peso do materialidade.
    O olho é denso, o ouvido é surdo e a mente tenta dar
    definição para algemar o que é livre…

    ““Vive de maneira tal que teu coração nunca pese mais que a pena da justiça e da verdade” Deusa Maat.

  3. Lana Maio 20th, 2009 16:14

    todas lindas.
    mas as borboletas saindo do livro… uau!

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