Blog da Companhia de Aprendizagem

Arquivo de Novembro de 2008

Uma coisa leva a outra…

Em nosso Encontro Anual no Embu, a Cris nos trouxe a notícia do próximo show do grupo Mawaca (SESC-V. Mariana - dias 06 e 07/12). Eles farão o lançamento do CD Rupestres Sonoros, em que o grupo desenvolve a tradição dos cantos primitivos relacionado à contemporaneidade das pinturas modernas.
O Mawaca já ilustrou uma de nossas reuniões presenciais, em 2007, deixando em nossa memória a beleza e qualidade de seu trabalho, que valoriza a pluralidade cultural.

Como uma coisa leva a outra por caminhos entrelaçados, eu encontrei por “acaso” o Blog da disciplina Teoria da Comunicação (ministrado pela Prof. Dra. Mirna Feitoza Pereira) do curso de Comunicação Social do Centro Universitário do Norte (UNINORTE) - Rio Branco - Acre.
E foi uma agradável surpresa ver o vídeo Linguagem Não-Verbal realizado pelas alunas Eveline, Saleyna e Pollyana após uma visita à exposição Os sentidos da Amazônia.
Na abertura do vídeo aparece: Arte Rupestre, expressão da memória do nosso povo! Foi feita a ligação!
Vale conferir o belo trabalho das meninas. Elas estão de parabéns!

Marly

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Perguntas impertinentes…?

“Nessa longa história da humanidade, em que ponto tomamos uma direção errada que nos levou ao desastre que estamos hoje, do qual somos responsáveis? A literatura pode salvar o mundo? Mas salvar o mundo como? Principalmente depois de tudo o que já se escreveu. Como não conseguimos mudar o rumo de nossas vidas?”

Jose Saramago, o escritor português em visita ao Brasil para inaugurar a exposição “A consistência dos sonhos” e lançar o livro “A viagem do elefante” (Cia das Letras).

Lançamento de ‘A viagem do elefante’ em SP
Quinta-feira, 27/11, às 20h30, no Teatro Paulo Autran, do Sesc Pinheiros.
Com Sandra Corveloni. Rua Paes Leme, 195. Tel: 11 30959400

Exposição ‘José Saramago: a consistência dos sonhos’ -
Abertura: 28 de novembro de 2008, às 20h - Até 15 de fevereiro de 2009, de terça a domingo das 11h às 20h Instituto Tomie Ohtake - Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) - Tel: 11 22451900 - Entrada franca -

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A Casa do Embu

(…) Ninguém sabe exatamente descrever a Casa do Embu, porque ela pulsa com vida própria – desde a louça azul e branca que flori na mesa farta e esmeradamente cuidada, às toalhas e cortinas brancas e rendadas nas janelas e nos banheiros, quando a gente está lá sabe que está de passagem, mas sabe também que faz parte dali. Mistério!

De um tempo para cá, quase todos os anos nos encontramos lá, perto do Natal, para um balanço geral em nossas vidas e projetos desenvolvidos por cada um, aqui e acolá. Há sempre gente que não está mais e gente nova que chega. Isso nos obriga a pensar sobre esse binômio vida-morte de tudo que existe, e valorizar cada re-encontro.

…Também os seres que freqüentam a Casa do Embu entrelaçando suas histórias são misteriosos e únicos; só estando lá pra ver e ouvir o que eles falam e calam. Chegam ruidosos, de todos os cantos, trazendo cada um presentes para todos, mimos, comidas – abraçam-se e beijam-se fraternamente. Depois comem e riem juntos na mesa festiva. De repente se levantam e vão para uma das salas avarandadas (tem a de baixo e a de cima) calam-se todos e ouvem atentamente cada um contar a sua história. Por todos os lados papéis, livros, revistas, inundam mesas e tapetes. Alguns escrevem - silenciosamente anotam as palavras uns dos outros. Depois conversam e dizem uns para os outros o que lhes vai na alma, no coração, no pensamento. Chamam isso de escutar o outro; ninguém explica, replica ou justifica – isso lá não parece necessário!

TCris

Fragmento de uma cronica escrita após o Encontro Anual da Companhia de Aprendizagem na Casa do Embu, nov. 2008

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Exuberância e Revelação - quem verá?

Amazonia   Berenic 1 - Amazonia   Berenic 1

AMAZONIA
BERENICE BARRETO FERNANDES, artisticamente conhecida como Bere ou Berenic, é natural de Crato - Ceará. Autodidata, desde o inicio definiu o seu estilo naïf de pintar.

“A lei do rio não cessa nunca de impor-se sobre a vida dos homens.
É o império da água… O rio diz para o homem o que ele deve fazer.
E o homem segue a ordem do rio”.

THIAGO DE MELLO, poeta amazonense contemporâneo

TCris

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Para não ser esquecido

Recebi, dias atrás, um vídeo que merece ser amplamente divulgado.

Trata-se do pronunciamento de Severn Suzuky - na época com 12 anos - na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no rio de Janeiro em 1992.

Ela fala como representante da ECO - organização das crianças em defesa do meio ambiente, composta por crianças canadenses entre 12 e 13 anos de idade.

Suas palavras repercutem em nós, lembrando-nos da nossa responsabilidade em relação às futuras gerações. Já se passaram 16 anos, desde então. O que ela pede depende de cada um de nós.

Confiram:

Marly

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